13 outubro 2011

A Comunicação, o IV Poder


"Amo a escrita. Portanto, qualquer profissão que a ela se adeque, me interessa e, respeito. Amo história. Tudo e todos que a ela se agregam, me interessa e, enalteço. Qual era estamos vivendo? Como vivemos, o que esperarmos do futuro, "que futuro?" Senão aquilo que nos disponibilizamos ouvir, alimentando desânimos e ânimos, na confiante certeza de que estamos pactuados aos acontecimentos globalizados? E quem decide o que é ou não globalizado, importante, vital, crucial?


Perceberam que toda negatividade praticada por um ser humano é IMEDIATAMENTE exposta, apontada e alarmada, enquanto toda e qualquer beatitude arrasta-se anos, décadas no anonimato, vindo a imortalizar-se, em quantos casos, apenas após a deteriorização ou morte física dos que a fazem? Qual o nome dos arquitetos responsáveis pelas Torres Gêmeas? Alguém sabe? Eu não. Sabemos todos o nome, entretanto, de quem comandou sua destruição. Sabemos nome ou feitos evolutivos atuais, em continuidade? Não? Mas sabemos que continuamos em crise mundial em todo e qualquer setor; principalmente nos levando a crer que a ignorância reina e que os eruditos são raça a parte, fadada ao extermínio...Sem que assim o seja.


Assim como a funcionalidade dos três poderes da democracia depende de seus agentes, o direcionamento da mídia, a observância aquilina da imprensa têm responsabilidade sobre o que é redigido, suas influências no agora, e as consequências futuras, conquanto na condição, "assim me refiro aos jornalistas, e, espero eu, saiba a maioria, a reverência que presto ao usuar tal insígnia", explícita de ESCRIBAS DA HUMANIDADE.


Nada contra a imprensa convencional, afinal, quem somos nós sem ela! Porém, não há nada mais belo que perceber HISTÓRIA, GEOGRAFIA, ANTROPOLOGIA, ARQUITETURA, FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA RELIGIÃO de mãos dadas aos jornalistas contemporâneos; Os artigos que nos apresentam as revistas tais como, Super Interessante, HISTÓRIA, e doutras tantas desvinculadas do paradoxo " rede de contato social-vulgo coluna social",  verificada em atendimento pleno, é fato, via as redes sociais "virtuais", ora, o jornalismo focado como agente atuante em meio ao tear de conhecimento e informação, e não apenas de integração de classes específicas, está alumiando, e muito, o caminho que, via de regra, havia se entranhado no aroma pútrefo-adocicado das páginas sanguinolentas das trajédias diárias, ou inebriadas no ilusório e nauseante Chanel nº05, ofuscador das imensas coleções de zircônio mal lapidadas...


Quão prazeroso deixar de me aterrorizar com as bestialidades da adolescência bélica tupiniquim, armada pelos próprios traficantes lá no alto do morro, e munidas pelo descaso das autoridades, e me esbaldar na justiça sendo feita maaaais de 2.500, a 3.000 anos depois, lendo ou assistindo sobre as circunstâncias históricas que conduziram o desvendar da morte criminosa e prematura do Rei-menino, majestade suprema em nossa imaginação, Tutâncânmon, além dos apontamentos ao cretino que tal mal tramou. Não, eu não quero a alienação da realidade, ao contrário, quero crer que a capacitação de se desanuviar um crime milenar ratifica nosso intelecto a ponto de podermos crer que haverá sim, inda que tardia, evolução; pois que avançar, nós avançamos; questionar e responder nossos questionamentos, nós conseguimos, sermos ou não um bando de anti-cristos imberbes, fadados a destroçar com nossa própria existência...ora, ainda podemos definir tal perfil.


Se pudermos ver, sentir e pressentir um pouco maaaaais as práticas da caridade, os resultados da fé, se pudermos ver em atuação inda mais concretização de ideiais, inda que legados deixados por gerações pretéritas, quem sabe não tenhamos forças para atuarmos com poder resoluto sobre nossos destinos?"  F.

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