02 abril 2013






Com que freqüência praticamos o bem? Beneficiar a terceiros implica desde a paciência no trânsito à tolerância com os que nos aparentam atitudes ignóbeis. Desde a abdicação de um direito em preferência ao uso do bom senso para a aplicação da justiça verdadeira, à mão estendida a um mendigo de caráter, um verdadeiro mendigo que carece de nós, embora sua destra reluza pelo uso de ouro adquirido de forma ilícita e amoral, enquanto pais de famílai estão famintos de pão. Não, nem sempre somos bons, não somos perfeitos, longe disso; somos testados freqüentemente como são todos os seres, e são as pequenas opções sobre como agir que equilibram a força de atuação do bem e do mal.
Flávia Neves

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